domingo, 10 de maio de 2009
Unesp adota novo formato de vestibular.
Acho que estão utilizando a borracha.
by Gary
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Varejo eletrônico indica descentralização na participação das lojas.
Segundo dados divulgados recentemente pela e-bit, o comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 8,2 bilhões em 2008, o que significa um aumento de 30% se comparado com o ano anterior.
O resultado dá mostra que o mercado do e-commerce nacional continua em franca expansão, entretanto, uma mudança significativa indica que o segmento está em vias de um novo momento: a descentralização das lojas no montante de vendas.
Levantamento comparativo do quarto trimestre de 2008 com igual período de 2007 revela que os dez maiores varejistas do mercado nacional perderam 3,2 pontos percentuais de participação no mercado, mesmo que continuem registrando forte crescimento em seus resultados individuais. Se considerado somente a participação do líder de mercado, a perda chega à 5,3 pontos percentuais de market share.
Para Pedro Guasti, diretor-geral da e-bit, o menor custo para implantação e divulgação online de uma loja aliado a maior oferta de ferramentas e fornecedores especializados em e-commerce são os principais responsáveis para a desconcentração do mercado de comércio eletrônico. "É possível encontrar dispositivos para segurança, crédito, propaganda online, logística e pós-venda com custos acessíveis, o que garante uma presença mais democrática das lojas".
Ao mesmo tempo em que os primeiros perdem terreno, os pequenos e médios varejistas registraram um crescimento de 6% na participação no mercado se comparado os resultados do quarto trimestre de 2007 e 2008. Segundo Guasti, isso demonstra a maturidade do consumidor, já que ele deixou de se guiar somente por grifes e lojas de marca reconhecida e passou a buscar a melhor oferta e condição de venda por meio de vasta informação disponível de loja e produtos em sites de busca, comparação de preços e conteúdo colaborativo (Web 2.0).
Entretanto, o executivo da e-bit alerta para o cuidado que se deve ter em não acabar sendo vítima de um golpe. "Antes de comprar um produto, é necessário checar a credibilidade e a reputação da loja", ressalta.
Ao que tudo indica, apesar de ainda pequena, a desconcentração do setor pode ser uma tendência, abrindo espaço e oportunidades para as PME’s investirem nesse setor. Chegou a vez dos pequenos, assim como acontece no mundo offline no qual as 50 maiores empresas varejistas são responsáveis por mais de 58% do faturamento. (Fonte: Associação Brasileira de Supermercados – Abras 2007).

Fonte: e-bit Informação e CVM – Comissão de Valores Mobiliários
*Vendas de bens de consumo (B2C) exceto veículos e serviços (ingressos, turismo, passagens aéreas e leilão virtual)
Comentários : O trecho desta análise trata de um assunto delicado embora lógico, não concordo com o trecho "assim como acontece no mundo off-line no qual as 50 maiores empresas varejistas são responsáveis por mais de 58% do faturamento". E desde quando isso ocorre no mundo online ? A B2W - Cia Global do Varejo é responsável por uma grande fatia do faturamento em comércio eletrônico no Brasil, ou seja, uma única empresa/grupo deteve cerca de 50 % do faturamento em e-commerce em 2008 e a outra fatia é conseqüência da demanda desacertada gerada pela facilidade de publicar nos "horários nobres" do mercado eletrônico. Com a criação de oportunidade para vendedores e micro-empresários, sites como QueBarato, Mercado Livre, OLX e etc. . estão em grande relevância se tornando muitas vezes uma ótima saída para aqueles que querem uma fonte de renda extra e não possuem capital para investimento em uma grande estrutura. Em contrapartida o site BuscaPé um dos "horários nobres" na internet oferece com pequeno custo um pedaço desta fatia ao lado de empresas grandes como Americanas.com, Submarino, FNAC, Saraiva e etc.
Então, vamos lá ? É a vez dos pequenos !
Gary